Espaço de Vivências · Garuva, SC

Um lugar feito pra
receber o que você conduz.

Monte Crista é pousada e Espaço de Vivências no litoral norte de Santa Catarina, entre Curitiba e Joinville, cercado pela Mata Atlântica. Estrutura, hospedagem e alimentação pra trazer seu grupo — numa operação pensada pra vivência, não adaptada pra ela.

O lugar Garuva (SC) · entre BR-101 e a mata
Pergunta guia Onde sua vivência respira?
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O lugar

Estar aqui agora
não é coincidência

uma montanha, um rio que desce dela, uma casa de pedra, e uma decisão tomada há muitos anos — que esse pedaço de terra existisse exatamente pra isso.

Antes de qualquer vivência começar aqui, Monte Crista já estava acontecendo.

Na água que desce do alto. Na pedra que sustenta a casa. Na roda que se formou e se refez tantas vezes que virou parte do chão.

Este não é um texto sobre um espaço comercial. É uma apresentação — para facilitadoras e facilitadores que estão procurando onde a vivência vai acontecer — de um lugar preparado, ao longo dos anos, pra sustentar o trabalho de quem conduz pessoas.

Se você chegou até aqui porque alguém indicou, porque a internet trouxe, ou porque estava procurando um local pro próximo retiro — a informação que segue é a mesma pra qualquer caminho: o que Monte Crista tem, com que critério funciona, e como reservar uma data.

Vista aérea de Monte Crista em Garuva
Monte Crista — Garuva (SC), aos pés da montanha guardiã.

1.1Onde fica

Monte Crista fica em Garuva, Santa Catarina, litoral norte, entre Curitiba e Joinville — 13 hectares de Mata Atlântica, incluindo mata ciliar. Pela BR-101, entre os km 14 e 15 sentido SC, são mais 3,5 km de estrada de terra até a casa: terra firme, sem barro solto — carro baixo passa, inclusive com chuva.

A logística favorece quem traz grupo de fora: o aeroporto mais usado é o de Joinville, depois Curitiba, depois Navegantes. Perto o suficiente pra ser viável — longe o suficiente pra que o barulho não chegue.

Caminho de chegada ao Monte Crista
Entrada pela estrada de terra

1.2O Monte Crista

Antes do espaço existir, a montanha já estava lá. O Monte Crista — que dá nome a tudo aqui — é uma formação de granito no litoral norte de Santa Catarina, nos contrafortes da Serra do Mar. Sobe a 927 metros, perto de Joinville, à esquerda de quem trafega pela BR-101 sentido Curitiba.

A trilha até o cume começa dentro do terreno. O Rio Três Barras atravessa a propriedade, com poços pra banho no caminho — mais sobre ele no Capítulo 5. O terreno também guarda uma escadaria de pedra histórica — mais sobre ela no Capítulo 6.

1.3O Espaço de Vivências

Aos pés dessa montanha — e tomando dela o nome — fica o Espaço de Vivências Monte Crista. Daqui em diante, quando este texto disser Monte Crista, é dele que fala. É, ao mesmo tempo, duas coisas: pousada — com hospedagem, alimentação e toda a infraestrutura que um grupo precisa pra dormir, comer e existir por uns dias; e espaço de vivências — com salões preparados pra prática, círculo do fogo, espaço cerimonial guarani, temazcal, chalé terapêutico. Tudo numa mesma área.

Isso importa: num retiro, a vivência não termina no salão. Ela continua na caminhada até o quarto, na conversa do jantar, no banho de rio do dia seguinte. Aqui, cada um desses momentos foi pensado pra sustentar o que sua proposta está construindo.

Monte Crista é mais do que um local pra vivências. É um espaço construído materialmente e energeticamente impregnado de amor.

— José Scussel

1.4Quem já passou por aqui

Ao longo dos anos, Monte Crista recebeu mais de três mil vivências. Círculos de mulheres, retiros de yoga, rodas de cacau, terapias ancestrais, formações, constelações, encontros de silêncio, imersões de canto. Cada uma diferente. Todas sustentadas pelo mesmo lugar.

+3 mil
vivências realizadas
4,9/5
em 236 avaliações no Google

O que te procura não é um galpão pra alugar. É um chão preparado — que já carrega a memória do que acontece nele.

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A chegada

Assim que chega,
alguém já está esperando

os ritmos simples que organizam os primeiros minutos — e que dão à sua equipe a chance de respirar antes de entrar em cena.

A primeira hora num retiro é o momento mais importante do retiro inteiro.

É onde o participante decide, sem saber que está decidindo, se vai se entregar.

Por isso, o jeito como Monte Crista acolhe não é improvisado. Tem horário, tem fluxo, tem uma pessoa esperando. E, sobretudo, tem espaço para que o(a) facilitador(a) — que chegou antes — consiga se instalar com calma antes do primeiro carro parar.

2.1Horários da casa

Os horários da casa são fixos. Monte Crista recebe vivências simultâneas, e a cozinha e o refeitório funcionam em janelas pré-definidas pra dar conta de todos os grupos. Vale a pena desenhar sua programação em volta deles:

Na prática, os horários dão ritmo. Uma prática longa da manhã fecha antes do almoço; a da tarde, antes do jantar. O grupo sabe o desenho do dia, e o(a) facilitador(a) não precisa gerenciar cozinha. É um dos detalhes em que a casa sustenta o seu trabalho sem você precisar pedir.

Espaço de recepção

2.2Como chegar

Do eixo Joinville–Curitiba, é BR-101 direto. Quem vem de carro particular entra pela estrada de terra sinalizada entre os km 14 e 15 sentido SC, e percorre 3,5 km em ritmo rural — terra firme, sem barro solto, carro baixo passa mesmo com chuva.

Para quem chega de avião ou ônibus, motoristas locais de confiança já conhecem Monte Crista e fazem o transfer. Os contatos ficam disponíveis mediante solicitação — vale agendar com antecedência pra garantir motorista disponível.

Caminho pela Mata Atlântica
Entrada de Monte Crista
Distâncias

Referências de tempo de estrada

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Os espaços de prática

Onde a vivência,
de fato, acontece

cinco tipos de ambiente, cada um com uma vocação — você escolhe qual combina com o que vai conduzir.

Um círculo pede uma forma. Um silêncio pede uma geometria. Uma canção pede uma acústica.

O trabalho, ao longo dos anos, foi construir o espaço certo pra cada um desses pedidos.

Monte Crista tem cinco tipos de espaço onde uma vivência pode acontecer. A escolha entre eles depende do tamanho do seu grupo, da natureza da prática e da atmosfera que você quer criar. A seguir, cada um, com sua vocação.

3.1Os salões

São os dois espaços de maior capacidade. Cada um com uma personalidade própria. Foram pensados para comportar workshops, práticas corporais, rodas grandes, dinâmicas de grupo.

Salão de Madeira
Salão de Pedra
Amplo, versátil, luminoso

Salão de Madeira

Formato quadrado, grandes janelas que emolduram a mata, estrutura em madeira que aquece o ambiente sem prender a voz. Perfeito pra workshops, práticas corporais, dinâmicas que pedem movimento.

Área 144 m²
Cap. ideal 60
Cap. máx. 80
Yoga 40
Intimista, rústico, introspectivo

Salão de Pedra

Paredes em pedra natural num formato octogonal. Escala menor, acústica mais recolhida. Ideal pra grupos menores, meditação, terapias profundas, trabalhos que pedem colo.

Área 64 m²
Cap. ideal 20
Cap. máx. 32
Yoga 19
Incluso na reserva do espaço

O que já vem com os salões — sem custo adicional

3.2O espaço cerimonial

Construído com orientação de parceiros guarani, o conjunto cerimonial tem outra natureza que os salões. Não é espaço de workshop — é espaço de rito.

Opy, casa de rezo guarani
Detalhe cerimonial
Opy — interior
Casa de rezo guarani

Opy

Opy é a casa de rezo guarani. Reservada por inteiro pra cerimônias específicas, encontros de silêncio e práticas de conexão com a natureza.

Pronuncia-se Ô-pã ou Ô-pu, com som nasal suave no final.

Tenda do suor

Temazcal

Ao lado da Opy ou numa clareira perto do rio, o temazcal é inspirado em tradições indígenas das Américas: calor e vapor de ervas medicinais, ritual de purificação conduzido por facilitador orientado.

Espaço reservado por inteiro pra cerimônias específicas.

3.3Espaço do fogo

Dois ambientes, duas atmosferas. Um coberto, onde a fogueira arde mesmo nos dias de chuva — ideal para rodas, cantos, partilhas que não podem depender do céu. O outro a céu aberto, altar natural onde o fogo dança sob as estrelas — para as noites de cerimônia, celebração, conexão.

Espaço do fogo coberto
Espaço do fogo aberto

3.4Chalé terapêutico

Sala reservada para atendimentos individuais — massagem, reiki, acupuntura, escutas sensíveis. Quando sua vivência inclui terapias personalizadas, o chalé é o espaço protegido para isso, ao lado dos salões mas com privacidade total.

Chalé terapêutico
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Hospedagem e alimentação

Onde o corpo
descansa e come

uma vivência se sustenta tanto no salão quanto no jantar — e nos bastidores que ninguém fotografa.

A vivência que você conduz é a que aparece no Instagram.

Mas é a que o seu participante dorme, come e respira entre uma prática e outra que decide se ele volta.

4.1Hospedagens compartilhadas

Pra grupos que valorizam convivência, existem três formatos de hospedagem coletiva. Estrutura simples: cama boa, roupa de cama e toalha incluídas, ventilador de teto, prateleira e cabides.

Quartos compartilhados
Acomodação em casa de pedra

4.2Hospedagens privativas

Pra quem busca mais recolhimento — ou traz casais, famílias, facilitadores que precisam de privacidade total — existem duas opções com banheiro privativo: suíte de casal em casa de pedra ou chalé de madeira. Ambos com a mesma estrutura básica (roupa de cama, toalha, ventilador) mas com o espaço todo pra você.

Suíte privativa
Chalé de madeira

4.3Camping

Ampla área gramada no jardim pra barracas. Estrutura própria com banheiro, chuveiro e pia exclusivos — separados das outras acomodações, pensados pra quem quer dormir sob as estrelas sem abrir mão do básico.

Área de camping

4.4Alimentação

A alimentação é ovolactovegetariana: inclui ovos e laticínios, fica de fora qualquer carne — é uma decisão da casa, não uma limitação de cardápio. É preparada na cozinha do Espaço, por profissionais que acompanham a casa há anos.

A cozinha segue evoluindo: receitas novas entram, técnicas se refinam. A comida que chega à mesa não é produção em escala — quatro refeições por dia, sempre inclusas na diária.

8h — 9h

Café da manhã

Pães e bolos feitos aqui, ovos, geleias, patês, queijos como ricota ou requeijão, mel, melado, nata, café, leite e chá.

13h — 14h

Almoço

Pratos quentes — massas, molhos, tortas, suflês, legumes assados — arroz, feijão, quitutes, saladas, sobremesa, fruta, suco, café e chá.

16h — 17h

Café da tarde

Bolos, biscoitos, frutas, café e chá — intervalo pra recarregar entre uma prática e outra.

19h — 20h

Jantar

Sopas, pães e bolos feitos na casa, geleias, patês, queijos, mel, melado, nata, e alguns pratos quentes. Mais leve que o almoço, mas não menos cuidadoso.

Opções sem glúten e sem lactose estão sempre disponíveis no cardápio — e veganas, mediante solicitação com antecedência. Entre as refeições, frutas, biscoitos, água, café e chá ficam à disposição.

Refeição preparada
Alimentação saudável
Bastidor cozinha

Uma bancada de apoio pra quem precisa

Na área do refeitório existe uma bancada com pia e cooktop, à disposição de quem tem rotina alimentar própria — preparo específico, chá especial, tapioca, shake.

Álcool e carne não circulam no Espaço. Quem traz bebida alcoólica ou proteína animal (carne vermelha, frango, peixe) é orientado a não preparar aqui.

Agendar uma conversa para trazer seu grupo
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O entorno

O que acontece
fora do salão

as caminhadas, os silêncios, os banhos de rio, os encontros de rede — tudo o que sustenta a vivência sem estar na programação.

Uma vivência boa se lembra do que foi conduzido. Uma vivência inesquecível se lembra também do que não foi.

Do rio. Da rede na varanda. Da trilha de madrugada. Das conversas que começaram no refeitório.

5.1O refeitório e o convívio

Mais do que um lugar pra refeições, o refeitório é ponto de encontro. Mesas comunitárias, atmosfera leve, vista pra mata. Comporta até 80 pessoas. Um pequeno espaço com sofás oferece canto pra descanso, leitura e bate-papo entre uma prática e outra.

5.2A varanda com redes

Leitura. Ou simplesmente não fazer nada. As redes são um dos lugares mais ocupados do Espaço, e um dos menos fotografados — o silêncio que toda vivência precisa ter espaço pra existir.

Varanda com redes
Rede na varanda
Detalhe varanda

5.3O jardim

Espaço gramado, florido, arborizado. Usado pra convívio, contemplação, e práticas integrativas ao ar livre. Aulas de yoga matinais, práticas de respiração, silêncios em grupo. O jardim dá sustentação pro que os salões fechados não comportam.

Jardim de Monte Crista
Detalhe do jardim

5.4As trilhas

Percursos de caminhada em meio à Mata Atlântica, margeando o rio. São trilhas suaves — não é expedição — mas cada uma com sua intenção. Algumas são curtas e levam aos poços de banho do Rio Três Barras, outras pedem metade de uma manhã. Servem pra prática de atenção, integração, ou simplesmente respiro.

Trilha na mata
Caminho pela floresta

5.5O Rio Três Barras

O Rio Três Barras atravessa o terreno, com poços pra banho no caminho. Muitos facilitadores incluem um banho no rio como abertura ou fechamento da vivência.

Rio Três Barras
Águas do rio
Banho de rio

A água que chega às torneiras vem do mesmo rio que atravessa o terreno. Não é paisagem — é bastidor de tudo.

5.6A lojinha

Produtos naturais, artesanato guarani da aldeia Yy Akã Porã, moda consciente, itens de higiene e cuidado pessoal — selecionados com critério.

Lojinha Monte Crista

5.7A biblioteca circulante

Um acervo de livros disponível pra leitura no espaço — e também pra empréstimo. Funciona no sistema de confiança: você leva, lê, devolve na próxima visita. Ou deixa um livro seu na prateleira pra outra pessoa encontrar.

É um lugar pequeno, com textos escolhidos a dedo, que muitos participantes descobrem por acaso — numa pausa entre práticas, num fim de tarde. Vale procurar.

Cada espaço tem sua vocação. Junto, formam o chão que sustenta a vivência inteira — do salão ao rio.

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Informações práticas

O que precisa
estar claro

políticas, pagamento, mínimos, acessibilidade — tudo o que normalmente fica pro final e atrasa uma decisão.

Decisão de data pra retiro não se toma com perguntas em aberto.

Então, antes do agendamento, vai aqui o que costuma tirar o sono — respondido de uma vez.

6.1Infraestrutura prática

6.2Acessibilidade e convivência

Bebês até 3 anos não pagam. Crianças de 4 a 12 anos pagam 50% do valor integral do pacote. A partir dos 13, valor integral.

Animais de estimação não são permitidos — decisão prática. A fauna local da Mata Atlântica inclui lagarto, macaco, quati, graxaim, mão-pelada, tatu, tamanduá, jaguatirica, pato selvagem, saracura, aracuã, cobras. Um cachorro ou gato doméstico interfere nesse ecossistema, ou se prejudica nele. A política é firme nos dois sentidos.

6.3Perguntas frequentes

Existe um número mínimo de participantes pra reservar?

Sim. Os mínimos são por espaço:

  • Salão de Madeira — 20 participantes pagantes
  • Salão de Pedra — 10 participantes pagantes
  • Espaço Cerimonial (Opy) — 10 participantes pagantes
Como funciona a política de cancelamento?

Pra reserva de data por hospedagem:

  • Até 7 dias após a reserva — devolução de 100%
  • Até 3 meses antes do evento — devolução de 75%
  • Entre 3 meses e 60 dias antes — devolução de 50%
  • Menos de 60 dias antes — sem devolução

A intenção não é burocratizar — é proteger o calendário pra quem está comprometido com a data.

Quais são as formas de pagamento da reserva?

Três caminhos:

  • PIX — pagamento exclusivo pra obter o menor custo
  • Cartão de crédito — acréscimo de 5% pra cobrir taxas
  • Parcelamento — disponível no cartão, com acréscimo proporcional aos juros do serviço
O que já está incluso na reserva do espaço?

Sem custo adicional, mediante solicitação prévia:

  • Flipchart
  • TV / projeção
  • Sistema de som
  • Cadeiras
  • Colchonetes e tapetes de yoga
  • Kit pra fogueira de curta duração
Existe flexibilidade pro mapa de hospedagem?

Sim. O mapa pode ser organizado pelo(a) facilitador(a) (quem fica onde) ou pela pousada. O valor final das hospedagens é ajustado no dia da vivência, conforme a distribuição real que aconteceu.

E quanto aos horários de check-in e check-out?

Check-in a partir das 16h. Check-out após o almoço — sem pressa. Os horários são fixos, inclusive os das refeições (café 8h · almoço 13h · café da tarde 16h · jantar 19h), porque a casa recebe vivências simultâneas e a cozinha opera em janelas definidas pra dar conta de todos os grupos.

Tem opção vegana?

Sim, com solicitação antecipada. O cardápio padrão é ovolactovegetariano (com ovos e laticínios), e opções veganas são preparadas individualmente mediante aviso prévio.

Opções sem glúten e sem lactose já fazem parte do cardápio normal.

Curiosidade

A escadaria e os parceiros guarani

Parte do que existe em Monte Crista foi construída com orientação de parceiros guarani da aldeia Yy Akã Porã, que visita o Espaço com frequência.

O terreno guarda uma escadaria de pedra — calçamento de 1852, sobre um caminho documentado desde por volta de 1600. Se ela integra a antiga rede de trilhas do Peabiru é assunto em disputa: laudos do MPF e notas do IPHAN descartam origem inca, e pesquisadores situam o corredor principal do Peabiru pelo vale do Itapocu.

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Prova viva

Quem já trouxe um grupo
fala assim

cinco facilitadoras e facilitadores que passaram pelo Espaço com seus grupos — e contaram depois o que viveram aqui.

Dá pra descrever o espaço, a estrutura, a comida — e ainda assim faltar uma coisa que nenhum texto entrega.

O que se sente quando se chega. E o que fica depois que se vai.

Os depoimentos abaixo vieram espontaneamente de facilitadoras e facilitadores que conduziram vivências aqui. São as vozes que conhecem, por dentro, o que é trazer um grupo para Monte Crista.

Depoimento de Fábio Curupana sobre Monte Crista
Fábio Curupana
Facilitador · medicina tradicional chinesa
Depoimento de Claudia Vassão sobre Monte Crista
Claudia Vassão
Facilitadora · consteladora
Depoimento de Cibele sobre Monte Crista
Cibele
Facilitadora · danças circulares
Depoimento de Romano sobre Monte Crista
Romano
Facilitador · subida à montanha
Depoimento de Janaina sobre Monte Crista
Janaina
Facilitadora · caminho das ervas

Quem já trouxe grupo aqui conta o que viveu. O próximo relato pode ser sobre a sua vivência.

Agendar uma conversa para trazer seu grupo
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Próximo passo

Reserve sua
data

vinte e cinco minutos numa conversa pra entender sua proposta, alinhar o espaço certo, te passar valores — e, se fizer sentido, segurar a data.

Reservar uma data em Monte Crista é uma decisão de duas pontas.

Uma é entender se o que você traz combina com o chão da casa. A outra é você sentir, na conversa, se esse é mesmo o lugar.

Por isso, antes de qualquer assinatura, existe uma conversa. Uma ligação de vídeo ou por telefone, com alguém do time que vai te acompanhar. Você fala da sua vivência — o formato, a intenção, o tamanho do grupo, as datas que está olhando. Do outro lado, a casa ouve, pergunta, e mostra qual combinação de espaços + hospedagem + alimentação atende melhor.

Se ao fim da conversa as coisas fecharem, a data fica pré-reservada e o passo a passo de confirmação segue por email.

O que preparar pra conversa

Três informações que agilizam o atendimento

Nenhuma dessas informações precisa estar 100% fechada. A conversa existe justamente pra isso: fechar o que falta.

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de reserva

Escolha um horário abaixo. A conversa dura cerca de 25 minutos, é por videochamada, e ao fim dela você sai com um plano claro — inclusive, se fizer sentido, com a data pré-reservada.

Problema ao agendar? Fale direto — WhatsApp reservas (47) 99713-4689 · [email protected]